Livros sobre educação: confira 5 opções para ler agora!
Segunda, 30 de outubro de 2023
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Livros sobre educação: confira 5 opções para ler agora!

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  • Educação como prática da liberdade (Paulo Freire)

 

Escrita em 1967, durante o exílio forçado de Paulo Freire no Chile, a obra tem como principal objetivo alcançar a educação que liberta seres humanos da condição de oprimido e os insere na sociedade como forças transformadoras, críticas, politizadas e responsáveis por todas as pessoas que a integram.

Considerado o Patrono da Educação, Paulo Freire escreveu diversas obras sobre o assunto, recebendo mais de cem títulos de doutor honoris causa, de diversas universidades nacionais e estrangeiras. O educador integra o International Adult and Continuing Education Hall of Fame e o Reading Hall of Fame.

 

  • Como aprendemos (Benedict Carey)

 

A obra do premiado jornalista Benedict Carey traz insights baseados em estudos que se tornaram referência na área de educação para revelar como o cérebro absorve e retém informações - desde o momento em que nascemos, aprendemos de forma rápida, eficiente e automática. Porém, na ânsia de sistematizar o processo, ignoramos ferramentas de aprendizado valiosas e naturalmente agradáveis, como o esquecimento, o sono e os devaneios.

O autor trabalha a premissa de que o cérebro é sensível ao estado de espírito, ao timing, aos ritmos circadianos, ao local e ao ambiente e com problemas para acatar ordens. É uma máquina de aprendizado excêntrica e o autor nos mostra como explorar as peculiaridades do cérebro a nosso favor.

 

  • Cultura da convergência (Henry Jenkins)

 

Henry Jenkins, um dos analistas de mídia mais respeitados dos Estados Unidos, investiga o alvoroço em torno das novas mídias e expõe as importantes transformações culturais que ocorrem à medida que esses meios convergem. 

O autor explora como a cultura de convergência vem mudando a nossa maneira de adquirir conhecimento, fazer negócios, eleger nossos líderes e educar nossos filhos.

 

  • Educação: livre e obrigatória (Murray N. Rothbard)

 

Em sua obra, Rothbard identifica os pontos cruciais do sistema educacional que o condenaram ao fracasso: em cada um de seus níveis, do financiamento ao comparecimento, o sistema se baseia na compulsão e não no consentimento voluntário. E isso acarreta algumas consequências.

Segundo ele, o currículo é politizado para refletir as prioridades ideológicas do regime no poder. Ocorre um contínuo rebaixamento dos padrões para se adaptarem ao menor denominador comum. Não se permite que as crianças mais inteligentes desenvolvam seus potenciais, as necessidades especiais de determinadas crianças são negligenciadas, e os alunos médios são reduzidos a engrenagens anônimas de uma máquina. 

Kevin Ryan, da Universidade de Boston, aponta que se a reforma educacional algum dia conseguir provocar mudanças fundamentais, ela terá que começar com um repensar completo do ensino público como o proposto por Rothbard.

 

  • Reflexões sobre alfabetização (Emilia Ferreiro)

 

A psicologa e pedagoga argentina Emilia Ferreiro descobriu e descreveu a “psicogênese da língua escrita” e abriu espaço para um novo tipo de pesquisa em pedagogia. Sua nova proposição desloca a investigação do “como se ensina” para “o que se aprende”. 

Para ela, o processo de alfabetização nada tem de mecânico do ponto de vista da criança que aprende. A criança constrói seu sistema interpretativo, pensa, raciocina e inventa buscando compreender esse objeto social complexo que é a escrita. Essa mudança conceitual sobre a alfabetização acaba levando a mudanças profundas na própria estrutura escolar.

Neste artigo, vimos 5 livros sobre educação para ler agora e se aprofundar neste universo tão importante para a construção de uma sociedade mais critica e justa.

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Treinamentos obrigatórios não precisam ser chatos

Treinamentos obrigatórios não precisam ser chatos

Como microaulas, casos reais e trilhas curtas aumentam conclusão e retenção

Quando se fala em treinamentos obrigatórios dentro das empresas, a reação costuma ser previsível:

📌 “Mais um curso longo.”
📌 “Só preciso concluir para cumprir a regra.”
📌 “Depois eu vejo isso.”

Cursos de compliance, normas internas, LGPD, segurança do trabalho ou código de conduta são essenciais — mas frequentemente enfrentam baixa adesão e engajamento superficial.

O problema raramente é o tema.
É o formato.

Treinamentos longos, excessivamente teóricos e pouco aplicáveis geram resistência e queda na taxa de conclusão.

A boa notícia é que isso pode ser resolvido com estratégia.

Alunos não desistem do curso. Desistem da experiência.

Alunos não desistem do curso. Desistem da experiência.

Por que falta de progresso visível e excesso de conteúdo afastam mais do que a dificuldade

Existe um mito recorrente na educação online:
“Os alunos desistem porque o conteúdo é difícil.”

Na maioria das vezes, isso não é verdade.

Alunos não abandonam cursos por causa do tema.
Eles abandonam quando a experiência falha.

No EAD, o problema raramente é o assunto.
É a jornada.

Como usar storytelling para melhorar a aprendizagem online

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Técnicas de narrativa aplicadas a conteúdos educacionais

Um dos maiores desafios da educação online é manter a atenção do aluno.

Em um ambiente cheio de distrações, notificações e estímulos constantes, conteúdos puramente expositivos tendem a gerar queda de engajamento e evasão.

Mas existe uma ferramenta poderosa — e muitas vezes subutilizada — na educação digital: o storytelling.

Muito além de contar histórias, o storytelling aplicado ao ensino cria conexão emocional, facilita retenção e torna o aprendizado mais significativo.

Neste artigo, você verá como aplicar técnicas narrativas de forma prática em cursos online.

Como criar uma comunidade de aprendizado ativa em torno dos cursos

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Guia prático para aumentar engajamento e taxa de conclusão

Um dos maiores desafios da educação online não é vender cursos.

É fazer com que os alunos concluam.

Plataformas digitais ampliaram o acesso ao conhecimento, mas também aumentaram a sensação de isolamento. Muitos alunos compram, começam motivados… e desistem no meio do caminho.

A solução não está apenas no conteúdo.

Está na comunidade.

Criar um ambiente de aprendizado ativo em torno dos cursos é o que transforma alunos passivos em participantes engajados — e aumenta significativamente a taxa de conclusão.

Neste artigo, você verá como estruturar isso de forma prática.

6 Funcionalidades essenciais para sua Videoteca aqui na Videofront

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O que sua plataforma de vídeos precisa ter para escalar com segurança

Se você trabalha com cursos online, treinamentos ou conteúdo exclusivo, sua videoteca não pode ser apenas um lugar para “guardar vídeos”.

Ela precisa ser parte estratégica do seu negócio.

Uma estrutura profissional de hospedagem impacta diretamente: