Gestão do conhecimento: como melhorar nas empresas
Quinta, 25 de fevereiro de 2021
3 minutos de leitura

Gestão do conhecimento: como melhorar nas empresas

Compartilhe:

Você sabe o que é a gestão de conhecimento dentro das empresas? Esse termo diz respeito a um processo de reter informações relevantes dentro da companhia, mesmo quando colaboradores chave passam a não fazer mais parte do time. Só por esse lado já é possível imaginar a importância de se ter um plano para gestão de conhecimento efetivo, certo? Veja nesse artigo a importância de se preocupar com a gestão do conhecimento e veja como a tecnologia pode ajudar nesse propósito.

 

O que é gestão do conhecimento?

A gestão do conhecimento é um processo que visa gerir, compartilhar, utilizar e reter o conhecimento em uma empresa. Pense em um time completo e multidisciplinar: cada pessoa possui habilidades específicas para desempenhar seu trabalho e é essencial que o conhecimento dessas pessoas seja passado para frente para que ele possa ainda ser utilizado pela empresa mesmo se esse colaborador sair.

É nesse ponto que entra a gestão do conhecimento, esse conjunto de ações e tecnologias que visam aproveitar da melhor forma os conhecimentos e técnicas detidos pelos colaboradores de uma empresa.

 

Por que apostar na gestão do conhecimento?

Resumidamente, a gestão do conhecimento é essencial para o crescimento de uma empresa. Isso porque empresas crescem quando seus times são capacitados e estão motivados a realizar um bom trabalho, e, para se alcançar um time completo, é muito importante que as informações sejam transferidas entre colaboradores, promovendo o crescimento pessoal e profissional deles.

Ou seja, apostar na gestão do conhecimento é a melhor forma de apostar no crescimento dos colaboradores e, consequentemente, da empresa.

Parece difícil, mas hoje, é possível utilizar recursos tecnológicos variados para potencializar a gestão do conhecimento dentro de uma empresa. Veja alguns exemplos:

 

Como utilizar a tecnologia para a gestão do conhecimento

Ferramentas disponíveis - até mesmo gratuitamente - na internet são de grande ajuda para a gestão de conhecimento nas empresas. Com o Google Drive, por exemplo, você organiza documentos variados em um só local, com a vantagem de armazenamento em nuvem. Assim, nenhum conteúdo é perdido devido a troca de colaboradores.

Além disso existem várias outras ferramentas, como calendários profissionais, gestores de tarefas e afins. Porém, uma parte pouco lembrada da gestão de conhecimento está na parte de treinamento e desenvolvimento de colaboradores.

Ações de treinamento e de desenvolvimento são essenciais para garantir a alta performance da equipe e, normalmente, fazem parte da rotina das empresas. Porém, muitas vezes esses treinamentos são ministrados de forma presencial ou pontual, fazendo com que a informação seja passada naquele momento, sem ser replicada em outros momentos.

Uma solução para gestão de conhecimento nesse tipo de ação pode ser mais simples do que parece: gravação de treinamentos em vídeo.

Dessa forma, os vídeos podem ser gravados uma única vez e utilizados centenas de vezes, enquanto ainda forem relevantes. Assim, as informações passadas ali ficam registradas e disponíveis sempre que um novo colaborador entra na empresa ou precisa - e quer! - assisti-los novamente.

É claro que se tratando de informações sigilosas da empresa, é preciso pensar em uma estrutura mais robusta e segura de vídeos, porém, hoje existem diversas plataformas ead no mercado que permitem uma transição muito mais fácil e com segurança para as companhias.

 

Conclusão 

Gestão do conhecimento é um conjunto de ações indispensáveis para o crescimento de empresas, pois aposta na retenção do conhecimento para o crescimento das equipes. A tecnologia pode ser uma excelente aliada nessa busca da melhor forma de gerir conhecimentos, ajudando empresas a potencializarem seus times e a performance deles.

Player de vídeo próprio vs. YouTube embed: o que você perde (e ganha) em cada escolha

Player de vídeo próprio vs. YouTube embed: o que você perde (e ganha) em cada escolha

A ilusão do gratuito

Embutir um vídeo do YouTube no seu site parece a escolha óbvia. É grátis, funciona em dois cliques e qualquer dev implementa em minutos. Por que complicar?

Porque "gratuito" é uma troca, não um presente. Você paga com dados que nunca chega a ver, com a marca que some no momento mais importante e com leads que o algoritmo do YouTube leva embora assim que o vídeo termina.

Este artigo não é sobre onde hospedar seus vídeos. É sobre qual player carrega esses vídeos dentro do seu site ou plataforma — e o que muda dependendo dessa escolha. Se você usa vídeo como ferramenta de negócio, a diferença importa mais do que parece

Como fazer transmissões ao vivo profissionais sem travar

Como fazer transmissões ao vivo profissionais sem travar

Por que as lives ainda travam em 2026

A maioria das transmissões ao vivo que falham não falha por falta de talento ou conteúdo ruim. Falha por decisões técnicas erradas tomadas antes de o primeiro frame ser transmitido.

Internet instável, encoder mal configurado, bitrate incompatível com a resolução escolhida — cada um desses pontos, sozinho, é suficiente para destruir uma live de horas de preparação em segundos ao ar.

Este artigo cobre a parte que menos se fala: a infraestrutura técnica de uma transmissão ao vivo profissional. Não vamos falar sobre roteiro, apresentação ou câmera fotogênica. Vamos falar sobre o que precisa funcionar para que tudo o mais importe.

Se você faz lives para cursos, eventos corporativos, lançamentos ou qualquer contexto onde qualidade técnica é reputação — este guia é para você.

 

Vídeo Institucional vs. VSL: Quando Usar Cada Um e Como Estruturar do Zero

Vídeo Institucional vs. VSL: Quando Usar Cada Um e Como Estruturar do Zero

A distinção estratégica que ninguém explica — e que pode estar custando conversões (ou credibilidade) ao seu negócio.

Como montar um estúdio em casa para gravar videoaulas com qualidade profissional

Como montar um estúdio em casa para gravar videoaulas com qualidade profissional

Estrutura do artigo (10 seções):

  1. Escolha do espaço — orientações sobre tamanho, janelas, ruído e fundo natural
  2. Acústica — o item mais negligenciado, com soluções de R$ 0 a R$ 2.500
  3. Iluminação — triângulo de 3 pontos explicado, com temperaturas de cor e opções por faixa
  4. Câmera — do smartphone ao mirrorless, com critérios objetivos
  5. Microfone — USB vs XLR, posicionamento e acessórios essenciais
  6. Fundo — natural, chroma key e backdrop com custos reais
  7. Internet e streaming — para aulas ao vivo, com configurações de rede
  8. Software — gravação, edição e tratamento de áudio (pagos e gratuitos)
  9. Setup por orçamento — tabelas resumo em 3 níveis (até R$800 / até R$3.500 / profissional)
  10. Checklist pré-gravação — prático e direto
 

Treinamentos obrigatórios não precisam ser chatos

Treinamentos obrigatórios não precisam ser chatos

Como microaulas, casos reais e trilhas curtas aumentam conclusão e retenção

Quando se fala em treinamentos obrigatórios dentro das empresas, a reação costuma ser previsível:

📌 “Mais um curso longo.”
📌 “Só preciso concluir para cumprir a regra.”
📌 “Depois eu vejo isso.”

Cursos de compliance, normas internas, LGPD, segurança do trabalho ou código de conduta são essenciais — mas frequentemente enfrentam baixa adesão e engajamento superficial.

O problema raramente é o tema.
É o formato.

Treinamentos longos, excessivamente teóricos e pouco aplicáveis geram resistência e queda na taxa de conclusão.

A boa notícia é que isso pode ser resolvido com estratégia.